Permita-me oferecer uma analogia.

Fim de tarde e você está em um vale onde já está ficando escuro, embora o pico de uma distante montanha ainda esteja sendo banhado pela luz do Sol. Você está saindo do seu carro quando, de alguma forma, arranca sem querer um pequeno botão da sua jaqueta. O botão simplesmente desaparece sob o assento do carro. Frustrado, você é incapaz de ver onde o bendito botão foi parar e não consegue encontrá-lo, mesmo que esteja consideravelmente certo de que ele está ali.

Então, o brother que estava do seu lado, no banco do passageiro, diz-lhe isto: “Como é que você pode ver o pico nevado daquela montanha distante, quilômetros e quilômetros além de nós, mas não consegue encontrar um simples botão, que está logo aí, a centímetros do seu nariz?”

A resposta é óbvia. O pico da montanha pode estar distante, mas é enorme! Está coberto de neve que está brilhando sob a luz solar, apesar do vale onde você está já esteja escuro, ao passo que o botão ausente é pequeno, perdido num ambiente obscurecido.

O mesmo vale para galáxias distantes. Elas são como aquele pico nevado da montanha: enorme e brilhante. Fácil de ver. O hipotético Planeta 9 é como o seu botão ausente: minúsculo, escuro, oculto na escuridão do espaço.

Fontes: Quora, Michigan State University

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Sobre o Autor

Gabriel Pietro têm 18 anos, é Web Designer e Redator do Acervo Ciência, escrevendo diariamente para o site. Já bancou uma de técnico de informática, e ainda banca de astrônomo amador, sua maior paixão. Atualmente gradua-se no curso de Gestão da Informação, na Universidade Federal de Uberlândia, que não sabe se é de exatas ou de humanas. Assim como ele. Também é aficionado por cinema, comics, política, economia, tretas e música indie. Bata tudo isso no liquidificador e tente entender sua cabeça.