A Ciência não para.
Esperança renovada para milhões de pessoas que estão na fila de hospitais do mundo todo esperando por um rim.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos EUA, pretendem lançar neste ano o primeiro rim artificial biônico, que imita com intrínseca perfeição o rim humano.

O órgão possui filtros de silício, células vivas e é bio-híbrido – funciona com uma série de microchips e é impulsionado pelo coração humano para filtrar os resíduos da corrente sanguínea.

Batizado de The Kidney Project, o rim biônico foi desenvolvido por William Fissell de Vanderbilt e Shuvo Roy, da UCSF.

Ele pode ser implantado em pacientes com doenças renais para livrá-los de uma vez por todas da hemodiálise.

Outro ponto positivo: tem chance zero de rejeição, porque é feito a partir de células renais.

O protótipo original tem o tamanho de uma xícara de café e consegue otimizar a pressão arterial e o equilíbrio entre sódio e potássio no corpo.

Este projeto cria uma solução permanente para o problema de escassez no transplante de órgãos. Estamos aumentando as opções para pessoas com doença renal crônica, que de outra forma seriam forçadas à diálise “, disse Fissell ao UCSF News Center.

História

No final de 2015, o Kidney Project recebeu uma generosa doação de US$ 6 milhões do Instiuto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia (NIBIB) para pesquisas e desenvolvimento – um esforço para aprimorar o protótipo.

O pesquisador-chefe, Victor Gura, acredita que o aparelho poderá estar disponível para venda em massa daqui dois anos; 2019 pode ser o ano de uma revolução…

Informações da UCSF / Fonte: SNB


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Sobre o Autor

Gabriel Pietro têm 18 anos, é Web Designer e Redator do Acervo Ciência, escrevendo diariamente para o site. Já bancou uma de técnico de informática, e ainda banca de astrônomo amador, sua maior paixão. Atualmente gradua-se no curso de Gestão da Informação, na Universidade Federal de Uberlândia, que não sabe se é de exatas ou de humanas. Assim como ele. Também é aficionado por cinema, comics, política, economia, tretas e música indie. Bata tudo isso no liquidificador e tente entender sua cabeça.