Atualmente, a Lua tem coisas melhores do que “apenas” ouro e diamantes. E não está no núcleo. Ademais, não é um material sólido precioso, como os mencionados acima. Trata-se de um isótopo não-radioativo de hélio – He3 (Hélio-3), que vem com o vento solar e é absorvido pelas rochas porosas da superfície lunar.

Alguns anos atrás, um litro de hélio-3 gasoso era vendido a US$ 5000… Consegue imaginar? 01 litro de gás. Se você liquefazê-lo, torna-se 01 mililitro, uma mera gotícula (a uma temperatura de -270ºC).

E, advinhe, ninguém quer investir nessa iniciativa!

Hélio-3 é usado em detectores de nêutrons nos aeroportos, para diagnósticos médicos e nos estudos científicos que requerem amostras de baixa (baixíssima) temperatura; além disso, pode ser usado para produzir quantidades absolutamente insanas de energia através do processo de fusão nuclear. Basta possuirmos a quantidade necessária.

Existem alguns planos (tanto de agências estatais quanto empresas privadas) de viajar até a Lua para extrair Hélio-3 e trazê-lo até nós. Duvido que algo ou alguém tenha o mesmo entusiasmo em ir tão longe por alguns poucos diamantes.

É assim que a realidade dos fatos supera até mesmo o mais maluco dos sonhos! 😉

Por Gabriel Pietro, com Mateusz Kempiński.


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Sobre o Autor

Gabriel Pietro têm 18 anos, é Web Designer e Redator do Acervo Ciência, escrevendo diariamente para o site. Já bancou uma de técnico de informática, e ainda banca de astrônomo amador, sua maior paixão. Atualmente gradua-se no curso de Gestão da Informação, na Universidade Federal de Uberlândia, que não sabe se é de exatas ou de humanas. Assim como ele. Também é aficionado por cinema, comics, política, economia, tretas e música indie. Bata tudo isso no liquidificador e tente entender sua cabeça.